Às vezes me pergunto: “quantos amigos tenho?”, a partir
desse questionamento, começo a analisar quem de fato é meu amigo. Ao longo da
semana passo por várias pessoas, converso com outras tantas e teclo com um
punhado. Será que posso considerar todas essas pessoas como amigas?
Existem pessoas que só se aproximam de nós por interesse,
temos algo que lhe chama muita atenção, ou temos relacionamentos que tais
pessoas querem tirar proveito, cabe a nós nos cuidar no sentido de identificar
pessoas que se aproximam da gente com essas intenções, para não sermos vítimas
de suas armadilhas.
Temos também os colegas, esses são aqueles que não
conversamos muito, nem eles se interessam muito pelo o que dizemos, porem não
quer nos prejudicar, nem nós a ele.
O grande achado de uma pessoa é um amigo verdadeiro, aquele
que podemos contar tudo, esperar que esteja sempre disposto a escutar e acima
de tudo que nossas conversas serão realmente só nossas, com ele podemos contar
para o que der e vier, e ele também pode contar conosco. Quem encontra um amigo
assim tem um tesouro, uma pedra preciosa, seu valor nunca vai se acabar.
A esse amigo damos a liberdade de nos corrigir, se algum dia
façamos algo errado e esse nosso amigo vê que é errado, ele tem a liberdade de
nos chamar atenção e se nós realmente confiamos nele, veremos que realmente
estávamos errados, caso contrário permaneceremos no erro e perderemos um amigo.
Ao longo de nossa vida encontramos vários amigos,
verdadeiros amigos, e por um motivo ou outro temos de nos afastar dessas
pessoas tão especiais, contudo as amizades verdadeiras mesmo longe, continuam a
crescer, podemos percebemos quando nos reencontramos com aquele amigo que a
tempo não víamos, temos a impressão que nunca nos afastamos, mesmo porque com o
uso da internet esses amigos nunca estão longe e sim a um clique.
Se você já encontrou esse amigo verdadeiro, cultive essa
amizade, agradeça a Deus por tê-la em sua vida, e se ainda não encontrou vá
atrás desse tesouro com o nome de amigo.

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