segunda-feira, 4 de junho de 2012

Operações e funções das Pessoas da Trindade



As três pessoas da Santíssima Trindade estabelecem uma comunhão e união perfeita, formando um só Deus, e constituem um perfeito modelo transcendente para as relações interpessoais. Elas possuem a mesma natureza divina, a mesma grandeza, sabedoria, poder, bondade e santidade, mas, em algumas vezes, certas actividades são mais reconhecidas em uma pessoa do que em outra. As funções, as suas principais actividades desempenhadas e o seu modo de operar está registado nas Sagradas Escrituras e claramente resumido no Credo Niceno-Constantinopolitano, o credo oficial de muitas denominações cristãs.

Pai – Não foi criado nem gerado. É o “princípio e o fim, princípio sem princípio” da vida e está em absoluta comunhão com o Filho e com o Espírito Santo. Foi o Pai que enviou o seu Filho, Jesus Cristo, para salvar-nos da morte espiritual, pelo sacrifício vicário. Isto revela o amor infinito de Deus sobre os homens e o não-abandono aos seus filhos adoptivos. O Pai, a primeira pessoa da Trindade, é considerado como o pai eterno e perfeito. É atribuído a esta pessoa divina a criação do mundo. 

Filho – Gerado pelo Pai e consubstancial (pertencente à mesma natureza e substância) a Ele. Não foi criado pelo Pai, mas gerado na eternidadade da substância do Pai. Encarnou-se em Jesus de Nazaré, assumindo assim a natureza humana. O Filho, a segunda pessoa da Trindade, é considerado como o Filho Eterno (Filho sob a ótica humana no sentido de que se tornando homem, deixou sua divindade, tornando-se totalmente dependente de Deus), com todas as perfeições divinas: a Ele é atribuída a redenção (salvação) do mundo. 

Espírito Santo – Não foi criado nem gerado. Esta pessoa divina personaliza o Amor íntimo e infinito de Deus sobre os homens, segundo a reflexão de Agostinho. Manifestou-se primeiramente no Batismo e na Transfiguração de Jesus e plenamente revelado no dia de Pentecostes. Habita nos corações dos fiéis e estabelece entre estes e Jesus uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só Corpo. O Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, é considerado como o puro nexo de amor. Atribui-se a esta pessoa divina a santificação da Igreja e do mundo com os seus dons.


fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/trindade/e_03.htm

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pentecostes




Esta palavra está ligada ao número cinquenta. São cinquenta dias transcorridos após o domingo da Ressurreição, domingo da Páscoa, quando Cristo, após morrer na cruz e ser sepultado, apareceu vivo para os seus discípulos. Foi um acontecimento inédito e misterioso para todos eles.

Pentecostes é um fato antigo e novo ao mesmo tempo. Ele é marcado por realidades que envolvem situações de mistério. A vinda do Espírito Santo transforma a vida das pessoas e atinge a maneira de ser das comunidades cristãs. Desperta atitudes de compromisso e testemunho na convivência social.

É festa da unidade porque faz superar divisões de raça e línguas no meio da diversidade dos dons. Faz as pessoas se colocarem a serviço umas das outras e edificar a comunidade. Com isto elas superam e ultrapassam seus limites simplesmente humanos.

Nem sempre nos damos conta dos carismas que nos acompanham. Se bem utilizados, muitos bens podem acontecer no meio das pessoas. São iniciativas naturais desenvolvidas por cada indivíduo, enriquecendo e fortificando o bem comum.

A presença do Espírito Santo é como um laço forte que nos une e transforma o mundo em ambiente de convivência e de realizações que elevam a vida e o coração das pessoas na comunidade cristã. Cria ânimo e dinamismo social.

Pentecostes é festa do perdão, da mútua solidariedade e de força decisiva na construção da comunidade Igreja. Desperta o calor da fé e da comunhão eclesial. Desinstala todos aqueles que vivem acomodados e abafando todas as suas qualidades e dons naturais.

Na cultura midiática, na era digital, a Igreja precisa ter a linguagem da justiça e do amor. Como diz Bento XVI, a linguagem da verdade. Ter em conta também a diversidade de possibilidades encontrada hoje nas diversas culturas e povos.

O que vemos, nos novos tempos, encanta a todos nós. As possibilidades para a defesa da vida e de uma sociedade mais saudável estão muito patentes nos instrumentos de comunicação e nos organismos em geral. É necessário é que sejam bem usados na conquista do bem.

Por: DOM PAULO MENDES PEIXOTO
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/paulo_mendes/96.htm

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mulher sublime



Nós varões todos –  penso estar falando pela maioria – temos dentro de nós o perfil da mulher perfeita. 

É a mulher dos sonhos, que encaixa no quadro de uma vida cheia de ideais e de grandes realizações. Tem características de um arquétipo motivador. 

Mesmo quando elas criticam os homens, elas são benéficas. Pois nos põem para frente. Sua presença  benfazeja não acontece somente no âmbito familiar, mas também na pastoral, na literatura, na busca da santidade de vida, e na educação. Entretanto, tal sonho, umas tantas vezes se esboroa diante da dura realidade concreta do cotidiano, que não se afina ao esperado.

A mãe de Jesus, no entanto, foi a mulher que correspondeu em plenitude à expectativa da raça humana. Maria é a “bendita entre todas as mulheres” (Lc 1, 42), mãe que mostrou coragem, por “ficar de pé junto à cruz” (Lc 21, 36) e ser bendita “porque acreditou” (Lc 1, 45). Quero mostrar duas razões que comprovam a sublimidade dessa filha de Israel, que foi aquinhoada por Deus com favores, não concedidos a mais ninguém neste mundo.

A primeira é de ordem biológica. A maioria dos seres vivos é proveniente da confluência do espermatozóide (masculino), e do óvulo (feminino) da fusão dessas duas células, cada uma com sua carga genética específica, nasce um novo ser, parecido, mas diferente de seus genitores. Jesus, porém, “foi concebido pelo poder do Espírito Santo” (Lc 1, 35), e não teve concurso masculino. Na sua natureza humana, Jesus foi inteiramente, engendrado pela carga genética de Maria. 

Por isso Ele deverá ter sido extremamente parecido com Maria, e herdado o seu jeito, e suas características. A segunda razão de sua importância excepcional é de ordem exemplar.  Você já observou que, contrariamente a toda a humanidade, Jesus nunca pagou tributo à guerra de gêneros? Jamais de seus lábios saiu qualquer ensinamento desairoso contra as mulheres. Suas parábolas nunca trataram as filhas de Deus com desdém. 

Mas nos seus ensinamentos elas são apresentadas de maneira simpática, e até grandiosa. Nem  no trato com as pessoas, Jesus foi grosseiro para com qualquer mulher. De onde viria isso? É de sua experiência familiar, onde Ele viu na sua mãe uma mulher extremamente querida, mas ao mesmo tempo objetiva, trabalhadeira, firme e aberta para a vida em Deus. Foi uma transferência psicológica, que facilitou a Jesus alçar para uma grande dignidade todas as mulheres da terra.


Por: DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN 
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/roque/190.htm

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Perseverar até quando?



O ser humano é realmente frágil, diante das agruras da vida. Somos capazes de grandes heroísmos. Mas perante a presença do mal, das oposições contínuas de gente mal intencionada, sentimos a falta de coragem. A tentação da fuga, pura e simples, é uma alternativa aliciadora. “Todos os discípulos, deixando-o, fugiram” (Mt 26, 56).

Nisso somos parecidos com os animais que, diante do perigo, por instinto de conservação, fogem rapidamente. Os homens, por educação ou por graça divina (martírio), tem a capacidade de resiliência. Essa capacidade nos faz esperar que os tempos mudem, e tudo pode tomar um rumo novo. 

As pessoas, - homens ou mulheres, e até jovens - que tem perseverança e firmeza de conduta, tornam-se arrimo para outros  mais frágeis. Os que tem personalidade, e não se deixam desviar dos seus intentos, são líderes e vencedores. Tais pessoas se tornam heróis, pelo fato de abrirem caminho aos pusilânimes. Mas a perseverança é virtude proposta a todos, não só aos heróis. Este desafio nos é aberto em dois sentidos.

Antes de tudo, somos chamados ao heroísmo da fé. A tentação do desânimo, de abandonarmos a fé diante de outras propostas mais tentadoras, de alcançarmos a solução dos problemas pela via rápida dos milagres fáceis, nos pode fazer balançar. “Maldito seja aquele que vos anunciar um evangelho diferente daquele que eu anunciei” (Gal 1, 8).

A Igreja possui a doutrina de Jesus (imagem do Pai). Nesta doutrina seremos perseverantes e seguiremos o que ensinavam os Apóstolos: “sede firmes na fé”. Entre nós católicos há muitos que se deixam seduzir com facilidade, e abandonam a fé do seu batismo, para aderirem a soluções menos complicadas. Outro chamado, feito a todos, é de sermos perseverantes na prática do bem. 

Trabalhar gratuitamente em benefício dos outros, pode cansar. As ingratidões, a falta de compromisso, pode nos levar ao desânimo, e a “jogar tudo para cima”. É mais fácil ter vida mansa e assistir tudo de camarote. Mas a Escritura nos alerta: “Quem for perseverante até o fim, este será salvo” (Mt 10, 22).


Por: DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/roque/n07.htm

domingo, 13 de maio de 2012

FELIZ DIAS DAS MÃES



Que Deus abençoe todas as mulheres que aceitaram esta missão de ser mãe.

Que Maria seja vosso exemplo para a educação de vosso filhos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Dizer e fazer





Quantas vezes, numa celebração eucarística, chamamos Jesus de “Senhor”? Quantas vezes se falam de bênção? Quantas vezes se mencionam a fé? No entanto, tudo isto pode ser vazio diante daquele que nos conhece por dentro. 

Não é a Eucaristia o lugar onde celebramos a vida e partimos para renová-la sempre mais? “Vinde, Senhor Jesus!” Como imaginamos ser avaliados “naquele dia” da prestação de contas? Estaremos seguros e tranquilos só por termos professado “Senhor, Senhor”? Deus nos fez e nos quer livres, mas torce para que nossas escolhas não sejam nossa ruina.

Não bastam palavras solenes e profissões de fé profundas. O outro lado da moeda - que nos permite entrar no Reino - é o cumprimento da vontade do Pai. E em que consiste essa vontade? Pelo que aprendemos no Pai Nosso, a vontade do Pai celeste é a implantação do Reino (“Venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade...”), e o Reino se concretiza na história mediante a prática da justiça.

Quando rezamos o Pai Nosso, nós nos envolvemos com a vontade do Pai. E a vontade d'Ele não é que batamos no peito e clamemos seu nome, mas que procuremos viver o seu Reino, que vai se manifestando à medida que praticamos um tipo de justiça superior à dos doutores da Lei e fariseus. 

Unir a ação a nossa palavra é o nosso dever para com o Pai e o nosso grande desafio.


 Padre Wagner Augusto Portugal
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/pewagner/94.htm

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Traduzindo Deus






Hoje uma razão muito especial me fez pensar que o tempo todo somos convidados a “traduzir” Deus para as pessoas. Isso mesmo: traduzir o Sagrado é nossa missão, nosso discipulado. Traduzir é um verbo que tem raiz etimológica no gregoμεθερμηνευω [methermêneuô], significando, pois, aquela ação capaz de nos levar ao conhecimento do que antes nos parecia obscuro ou impossível de compreensão.

Pois bem, já me explico porque somos então impulsionados pra tal dinâmica. O imperativo de traduzir Deus se dá quando percebemos que pelas avenidas da vida tantos corações parecem ter se cansado de acreditar num motivo que alimente suas vidas. Quando notamos o quanto de olhares já se perderam, quantos solos deixaram a sua sacralidade ir embora, e nisso minha gente muitos são os que também cristalizaram suas vidas em noites escuras e já não sentem mais motivos de contemplar o sol da existência por meio das cores e sabores da Ressurreição. Quantos vivos que estão mais mortos que aqueles que já adormeceram na Eternidade.

Aqui temos um caminho a percorrer, um caminho dado e traçado, um desejo a ser tornado real, tão real quanto o “Verbo que se tornou carne” ao traduzir o Amor Divino. Um caminho que se deu por duas vias: a de quem veio – o Verbo – e a de quem sempre vai – nossos corações, território humano no qual o Sagrado quis fazer morada. E neste itinerário a estrada assumiu beleza quando nos foi dado a Plenitude da Revelação. Nada mais precisa ser revelado. No entanto precisamos “traduzir” Deus. Precisamos comunicar Deus pra tantos quantos ainda não se permitiu sentar com Ele, ter um encontro pessoal.

Lembro que algumas vezes lá na escola a professora de língua estrangeira nos colocava pra traduzir textos e frases. Debruçávamos com todos os instrumentos necessários, dicionários, gramáticas, para que desta forma a tradução fosse a mais fiel possível ou o mais próximo daquilo que se propunha. Minha gente, nossa missão não é diferente. Parece-nos que o exemplo da escola é meio tolo, mas serve-nos de fio condutor para compreender que embora a Plenitude da Revelação já nos tenha traduzido todo o Amor do Pai, somos, no entanto configurados como seus fiéis colaboradores pra que esta tradução visite todos os corações humanos e possam ali fazer morada. Da mesma forma que um dia tivemos que fazer a tradução de um texto cuja língua parecia-nos desconhecida ou inacessível, somos, pois vocacionados o tempo todo a traduzir com nossas vidas e testemunhando por meio de nossas opções e escolhas o amor d’Aquele que nos atraiu para si.

Feliz foi Santo Agostinho ao dizer “Nihil volitum nisi precognitum est”, que nada é desejado se não for conhecido. O mundo busca um sentido, e nesta busca surge o desejo, e este último se dá pela via do conhecimento. Tudo é muito simples quando percebemos que Deus se deu a conhecer e se deixou encontrar pra desta forma ser desejado, buscado. Nossa missão portanto, mesmo com nossas limitações, é traduzir este conhecimento que nasce da nossa relação de amor com o Divino, pra que deste modo todos possam também desejá-lo.



Jerônimo Lauricio
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/jeronimo/11.htm

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Reconhecido cientista assegura: Papa tinha razão sobre a AIDS



Declaração de Edward Green, diretor do Aids Prevention Research Project de Harvard

 O diretor do Aids Prevention Research Project da Harvard School of Public Health, Edward Green, assegurou que na polêmica sobre a Aids e o preservativo Bento XVI tinha razão.

Ao intervir no “Meeting pela amizade entre os povos” de Rímini o cientista, considerado como um dos máximos especialistas na matéria, confessou que “lhe chamou a atenção como cientista a proximidade entre o que o Papa disse no mês de março passado no Camarões e os resultados das descobertas científicas mais recentes”.

“O preservativo não detém a Aids. Só um comportamento sexual responsável pode fazer frente à pandemia”, destacou.

“Quando Bento XVI afirmou que na África se deviam adotar comportamentos sexuais diferentes porque confiar só nos preservativos não serve para lutar contra a Aids, a imprensa internacional se escandalizou”, continuou constatando.

Na realidade o Papa disse a verdade, insistiu: “o preservativo pode funcionar para indivíduos particulares, mas não servirá para fazer frente à situação de um continente”.

“Propor como prevenção o uso regular do preservativo na África pode ter o efeito contrário – acrescentou Green. Chama-se ‘risco de compensação’, sente-se protegido e se expõe mais”.

“Por que não se tentou mudar os costumes das pessoas? – perguntou o cientista norte-americano. A indústria mundial tardou muitos anos em compreender que as medidas de caráter técnico e médico não servem para resolver o problema”.

Green destacou o êxito que tiveram as políticas de luta contra a Aids que se aplicaram em Uganda, baseadas na estratégia sintetizada nas iniciais “ABC” por seu significado em inglês: “abstinência”, “fidelidade”, e como último recurso, o “preservativo”.

“No caso da Uganda – informou – se obteve um resultado impressionante na luta contra a Aids. O presidente soube dizer a verdade a seu povo, aos jovens que em certas ocasiões é necessário um pouco de sacrifício, abstinência e fidelidade. O resultado foi formidável”.



Data 12/09/2011



terça-feira, 17 de abril de 2012

A lição do Cristo fortalecido





De braços abertos ponho-me para que me crucifiques. Venha e me acertes, transpassa-me com setas!

Deixa-me sofrer toda a dor do mundo, ser apedrejada, pisoteada. Podes pisar bem fundo! Quero sentir as auguras, suportar as amarguras da vida. Sentir-me pequena. Traída. Indefesa. E saber com certeza o que sofreu o Cristo. 

Por isso vara minhas mãos com pregos, eu insisto! Quero ser arrastada por uma multidão enfurecida e saber que não sou querida mesmo que nada tenha feito de mal por essa raça vil de homens. Povo irracional...

Após sofrer de toda humilhação, além de ser injustiçado e dos espinhos na cabeça, ter como prêmio a crucificação? Fico perguntando o porquê de tudo isso! Por que o Pai não socorreu o Cristo? Mas, então concluo: o Pai é sábio e por o ser, sabe o que é melhor para o Filho. Se não socorreu é que motivos teve para não ter ido em seu auxílio...

Deixei a sabedoria da minha fé revelar-se e assim poder mostrar-me o que o Pai com aquele gesto quis ensinar. E foi assim, então, que descobri... Por Jesus ter muito sofrido, ressuscitou Rei fortalecido!

Se hoje sofro ou levo tombos, mesmo caindo eu saio dos escombros, pois aprendi de Deus a lição: Só fortalece e cresce quem se permite ir até o chão...






por  DJANIRA LUZ
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/djanira/01.htm

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Intercessão dos Santos

Pe. Fabio de Melo explica a intercessão dos Santos a nossos pedidos ao Pai.

domingo, 8 de abril de 2012

Feliz Páscoa

Que o Ressuscitado derrame sobre todos nós suas bençãos, que Deus nos abençoe, amém.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Não espere



Mentes grandes discutem ideias, mentes medianas discutem eventos e mentes pequenas discutem pessoas. Não podemos crê na total transparência das pessoas é preciso aceitar que os outros têm segredos, regiões de solidão. A maior prova de amor é colocar-se a distância e não querer forçar a entrada respeitar o tempo de cada um. Deus dá alimento a todos os pássaros, no entanto não joga em seu ninho. Deus ajuda, mas espera que você faça no mínimo a sua parte.

Quem perde dinheiro, perde pouco, quem perde amigos perde muito mais e quem perde a fé perde tudo. Pessoas jovens são obras da natureza, pessoas idosas são obras de arte e ambas são obras de Deus.
Aprenda com os erros alheios, você não conseguiria viver o suficiente para cometê-los sozinho. O sentido da vida é viver com amor e buscar diariamente o viver feliz e estar com Deus.

Não espere um sorriso para ser gentio, não espere ser amado para amar, não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo, não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante na sua vida, não espere um melhor emprego para começar a trabalhar, não espere a queda para lembrar-se do conselho, não espere!

Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida, não espere encontrar a pessoa perfeita para então se apaixonar, não espere a magoa para pedir perdão, não espere a separação para buscar a reconciliação, não espere a dor para acreditar na oração, não espere o elogio para acreditar em si mesmo, não espere!

Não espere ter tempo para servi, não espere que o outro tome a iniciativa se você é o culpado, não espere ouvir eu te amo para responder eu também, não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir, não espere o dia de tua morte sem antes amar a vida.

Então o que você está esperando?

Ame a vida, e seja feliz, ante que seja tarde...

domingo, 1 de abril de 2012

Catequese

Pergunta: Por que a Igreja celebra a liturgia frequentemente?

Resposta: Tal qual uma pessoa precisa de ar para viver, também a Igreja respira e vive quando celebra a Liturgia. É o próprio Deus que, dia após dia, lhe insufla Vida nova e a presenteia com a Sua Palavra e os Seus Sacramentos. Pode ainda utilizar-se a seguinte metáfora: cada celebração litúrgica é como um ponto de encontro de amor que Deus escreve na nossa agenda; quem alguma vez já sentiu o amor de Deus comparece com todo prazer; e quem comparece, mesmo sem sentir nada durante algum tempo, revela a Deus sua fidelidade.

YOUCAT - Catecismo Jovem da Igreja Católica, n°166 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Catequese

                             Inciaremos um post diferente, no qual será feita uma pergunta sobre aspectos da Igreja Católica, embasados no catecismo da igreja Católica, você pode responder no comentário, na outra semana será respondida essa pergunta e feita outra, esperamos poder ajudar na formação catequética bem como no conhecimento de nossa Igreja.

Pergunta: Por que a Igreja celebra a liturgia frequentemente?



PAI ausente



A convivência humana contém muitas zonas de fricção, que dão a impressão de incompletude ou até de haver um erro grosseiro a ser corrigido. Hoje refiro-me à menor comunidade humana, onde as pessoas estão muito próximas: a família. A era moderna aperfeiçoou conceitos de séculos passados. E esse novo modo de pensar, entre avanços e recuos, refletiu primeiro sobre a criança. Ao contemplar os bebês, o salmista exclama: “Tu os fizeste um pouco menor que um deus” (Sl 8, 6).A pedagogia fez progressos notáveis, melhorando a compreensão desse ser em formação (e não o homúnculo de séculos anteriores). 

A nova maneira de entender essa criatura que desabrocha ficou muito bem expressa no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Entrementes veio uma longa temporada para entender com mais perfeição esse elo fundamental que é  a mulher. O feminismo, bem entendido, foi origem de grandes progressos, que fez entender melhor os segredos que o Criador escondeu nos refolhos dessa grande alma. Hoje ela é entendida não só como mãe, mas também como mulher. Houve melhorias, sem deixar de ter havido também alguns recuos de corte materialista, que trouxeram prejuízos para a família.

Ainda não chegamos ao varão. O masculino está na pior, e o silêncio sobre ele é um fracasso. Seu prestígio está lamentável.  Tudo o que de negativo se pode imaginar, lhe é atribuído: opressor, quer ser servido, não se responsabiliza, dispensável...Esquece-lo é um erro ciclópico. Na lógica da família ele é importante, para dar equilíbrio e segurança.

Diante dos filhos ele não é um simples amigo. Ele é pai. A paternidade dá um toque de autoridade e um desafio para alargar os horizontes na direção do mundo. Sem a presença paterna a família se vê aterrorizada diante do mundo ameaçador. Ele rompe o aconchego da intimidade familiar, para mostrar que o mundo é maior do que o círculo afetivo da comunidade primordial.

Hoje vemos que os assaltos, os roubos, os assassinatos e invasões de domicílio aumentam em proporção geométrica. Isso acontece, com certeza, porque falta religião. Mas sobretudo porque essas levas de malfeitores não tiveram um pai, que lhes ensinasse os limites que a vida impõe. Não tiveram alguém que representasse a lei, a reta ordem e a segurança. 



Por: DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN SCJ ARCEBISPO DE UBERABA, MG
Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/roque/n05.htm

terça-feira, 6 de março de 2012

O sentido do jejum e da oração



Antes de ser um fenômeno cristão, a oração é um fenômeno antropológico, isto é, todos os homens, de uma forma ou de outra, rezam, sentem a necessidade de se relacionar com Deus, de buscar o transcendente. O diálogo com Deus ocupa, certamente, o primeiro lugar para quem se decide dar-se a uma vida interior intensa. Deus se doa a quem, totalmente e sem reserva, a Ele se doa.

A vida interior é uma vida de oração. Cada um deve encontrar tempo para estar com o Senhor em íntima comunhão e diálogo de amizade. Sem a vivência dos valores espirituais e evangélicos, não é possível ter conhecimento experiencial de Deus.

Qualquer pessoa que queira desenvolver a sua vida espiritual deve todos os dias encontrar o tempo suficiente para dedicar-se a determinados atos de oração.

Os estudiosos afirmam que nunca foi encontrado um povo sem religião, sem celebrações e sem divindade. Isso nos mostra como, em cada um, está presente a necessidade de, em determinados momentos, recorrer ao Senhor.

Na Bíblia, não encontramos nenhuma definição de oração, mas situações descritivas de homens e de mulheres que rezam. No entanto, ao longo dos séculos, muitos santos, teólogos, místicos procuraram dar uma definição deste misterioso e vivo diálogo com Deus. Santa Teresinha nos oferece uma explicação: “Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, um grito de reconhecimento e amor, no meio da provação ou no meio da alegria”.

Nunca devemos nos esquecer de que a oração, mais do que esforço pessoal ou iniciativa humana, é um dom gratuito de Deus. E, sendo Deus amor, inicia o diálogo, procura-nos. Como bem disse São João da Cruz, “Se é verdade que o homem procura a Deus, ainda mais é verdade que Deus procura o homem.”

A Quaresma é um tempo especial em que a Igreja nos convida à prática do jejum e da oração, a fim de que nós possamos nos preparar integralmente para reviver a vitória sobre a morte que Cristo veio trazer para toda a humanidade.

Pela oração, tornamo-nos mais próximos de Deus, conversamos com Ele, pedimos, agradecemos, mas também aprendemos a escutar. Escutamos Deus através do nosso exame de consciência, através de nossas orações e através da análise dos acontecimentos.

A prática do jejum nos torna donos de nós mesmos, pelo domínio da força de vontade. Quando jejuamos, vencemos a vontade de comer, muitas vezes por gula, e nosso organismo agradece e se desintoxica.

Pensadores, estudiosos, médicos sugerem que o jejum “lava” o organismo. Jesus jejuou porque o jejum o tornou mais forte e mais próximo do Pai.

Oração e jejum são, pois, ferramentas indispensáveis, de uma maneira intensa, na Quaresma, mas necessárias também durante toda a nossa vida.


Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.
Fonte:http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/n09.htm

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Postulantes Combonianos 2012


Dionatan, Deivith, Willian, Devanir, Douglas e Paulo
Pe. Bruno e Pe. Carlos

Mais um ano de estudos se inicia com ele as atividades do postulantado Comboniano, este de forma especial, pois comemoraremos 60 anos de presença Comboniana no Brasil e teremos várias atividades realizadas para celebrar esta data, iniciamos 2012 com seis postulantes cinco novatos e um veterano.

Uma novidade é termos um candidato a irmão. Entre os postulantes temos quatro de Rondônia, um do Ceará e um do Espírito Santo, pela primeira vez teremos um postulante da Província Nordeste para estudar em Curitiba junto com os postulantes da Província Sul, um pequeno passo para a unificação das Províncias Combonianas. De Rolim de Moura/Rondônia temos o Devanir, candidato a irmão, de São Miguel do Guaporé Willian e Dionatan e de Cacoal Deivith, de Pentecoste/Ceará veio o Paulo Henrique e de Ecoporanga/Espírito Santo o Douglas.

Neste inicio das atividades estamos conhecendo a realidade da Paróquia Santa Amélia bem como suas comunidades e pastorais com as quais iremos trabalhar, entrosando-se com as pessoas que compõe esta Igreja onde se encontra o seminário Comboniano.


Que neste ano possamos ter um encontro pessoal com o Ressuscitado, seja também de muito estudo e trabalho, que possamos confirmar nossa vocação com a ajuda dos amigos e amigas do seminário e as pessoas que nos acompanham nas comunidades e pastorais onde iremos trabalhar
.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ter um amigo



Às vezes me pergunto: “quantos amigos tenho?”, a partir desse questionamento, começo a analisar quem de fato é meu amigo. Ao longo da semana passo por várias pessoas, converso com outras tantas e teclo com um punhado. Será que posso considerar todas essas pessoas como amigas?

Existem pessoas que só se aproximam de nós por interesse, temos algo que lhe chama muita atenção, ou temos relacionamentos que tais pessoas querem tirar proveito, cabe a nós nos cuidar no sentido de identificar pessoas que se aproximam da gente com essas intenções, para não sermos vítimas de suas armadilhas.

Temos também os colegas, esses são aqueles que não conversamos muito, nem eles se interessam muito pelo o que dizemos, porem não quer nos prejudicar, nem nós a ele.

O grande achado de uma pessoa é um amigo verdadeiro, aquele que podemos contar tudo, esperar que esteja sempre disposto a escutar e acima de tudo que nossas conversas serão realmente só nossas, com ele podemos contar para o que der e vier, e ele também pode contar conosco. Quem encontra um amigo assim tem um tesouro, uma pedra preciosa, seu valor nunca vai se acabar.

A esse amigo damos a liberdade de nos corrigir, se algum dia façamos algo errado e esse nosso amigo vê que é errado, ele tem a liberdade de nos chamar atenção e se nós realmente confiamos nele, veremos que realmente estávamos errados, caso contrário permaneceremos no erro e perderemos um amigo.  

Ao longo de nossa vida encontramos vários amigos, verdadeiros amigos, e por um motivo ou outro temos de nos afastar dessas pessoas tão especiais, contudo as amizades verdadeiras mesmo longe, continuam a crescer, podemos percebemos quando nos reencontramos com aquele amigo que a tempo não víamos, temos a impressão que nunca nos afastamos, mesmo porque com o uso da internet esses amigos nunca estão longe e sim a um clique.

Se você já encontrou esse amigo verdadeiro, cultive essa amizade, agradeça a Deus por tê-la em sua vida, e se ainda não encontrou vá atrás desse tesouro com o nome de amigo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Amigos e Inimigos





Todos nós gostaríamos de exclamar: “não tenho inimigos! Dou-me muito bem com todos”! A realidade nos mostra que, via de regra, todos temos uma pedra no sapato. Há sempre alguém que nos espicaça e nos tira o bom humor. Na maior parte das vezes é por motivos fúteis. 

Alguém é frontalmente contra nós por causa do nosso jeito; porque a nossa fisionomia lembra a de um conhecido adversário; porque deixamos de atender um pedido que envolvia corrupção; porque não somos do partido tal...

Posso dizer, pessoalmente, que despertei vários inimigos irreconciliáveis, por ter tomado posição em favor daquilo que é ensinamento de Cristo. Outras vezes não foi possível atender uma solicitação, inteiramente de interesse pessoal, por contrariar o bem comum.

Eu tenho muitíssimos amigos. Sinto uma onda de simpatia pela minha pessoa. Mas não posso dizer que não tenho inimigos.  Existem alguns poucos que me odeiam. Às vezes nem eles sabem direito porquê. Chego a gemer na dor: “Salva-me, Senhor, dos meus inimigos” (Sl 143, 9).

Fico conjeturando: “por que passamos por essa provação de encontrar alguém que nos detesta?” O primeiro motivo podemos ser nós mesmos, quando prejudicamos alguém irremediavelmente. Neste caso  estejamos  abertos para um reatamento da amizade. Todos temos um dia em que cometemos algum erro. Entre os que tomam a iniciativa de nos odiar (sim, isso existe ) quem são os nossos inimigos?  Não são diretamente os ateus, os espíritas, os evangélicos. São aqueles que deveriam ter um vínculo conosco. “Os inimigos do homem são os da sua casa” (Mt 10, 36). 

A definição das nossas ideologias costuma ser outro fator de desunião. Os  amigos vão até ficar estupefatos com minha afirmação. Mas um divisor de águas é uma velha ideologia do século XIX. Trata-se do socialismo. A partir dele o homem de Igreja é classificado de “avançado”, “libertador”, retrógrado”, “tridentino”, “moderno”, “atualizado”, “amante dos ricos”, ou “inteligente”. O critério não é o evangelho. Em muitos casos somos obrigados a conviver com tais pessoas, sem esperança de reconciliação, e rezar por elas. Mas a pergunta, diante de muitos casos inexplicáveis, sempre permanece: “Saulo, Saulo, por que me persegues” (At 22, 7).



Por: DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN 
SCJ ARCEBISPO DE UBERABA, MG

terça-feira, 24 de janeiro de 2012




A vocação é o chamado de Deus. Somos chamados por Deus de várias maneiras, nos acontecimentos de nossa vida.

Os primeiros discípulos de Jesus devem tomar a iniciativa, sem esperar que Jesus os chame. Para eles, bastou o testemunho de João Batista de que Jesus é o libertador. A partir desse momento, descobrem que em Jesus está a resposta a todos os seus anseios. O Batista, por causa do testemunho, perde os discípulos. Estes, pela coragem da opção que fizeram, dão pleno sentido a suas vidas e passam a ser testemunhas para os outros.

As primeiras palavras de Jesus, no evangelho de João são: “O que vocês estão procurando”? Do início ao fim de nossas vidas, estamos à procura de algo ou de alguém. Como discípulos, procuramos saber quem é Jesus. E ele testa nossa sede, perguntando-nos o que estamos procurando. Esta pergunta, que aparece nos momentos cruciais do evangelho de João, costuma se manifestar nas fases decisivas de nossa vida: “O que estamos procurando”?

A resposta dos discípulos é movida pelo desejo de comunhão: “Mestre, onde moras”?. Os discípulos não estão interessados em teorias sobre Jesus. Querem, ao contrário, criar laços de intimidade com Ele.

Para criar intimidade com Jesus, é preciso partir, fazer experiência: “Venham ver!”. E o resultado da experiência já aparece: “Então eles foram e viram onde Jesus morava. E permaneceram com Ele naquele dia”. Por ora os discípulos permanecem com Jesus. Mais adiante, o Mestre dirá: ”Permaneçam em mim”. Permanecer com Jesus e com as pessoas é fácil. O difícil é permanecer n’Ele e nas pessoas. Só aí é que a comunhão será plena.

O Evangelho afirma que a experiência com Jesus valeu a pena: “Eram mais ou menos quatro horas da tarde”. Quatro horas da tarde, em linguagem simbólica, é o momento gostoso para o encontro, ou a hora das opções acertadas. O passo dado pelos primeiros discípulos foi de ótima qualidade. Valeu a pena
Nós também necessitamos permanecer com Jesus, permanecer n’Ele, seguir os seus ensinamentos e poder dizer para todo mundo; “Valeu a pena”.






Padre Wagner Augusto Portugal

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ambição é um elogio ou insulto?



Posso falar que todo ser humano tem dentro de si uma pequena dose de ambição, querer conquistar algo. Mas o que não posso afirmar é que tendo esta determinada ambição o leva a esquecer de demais prioridades em sua existência. E o que às vezes acontece.

Pergunto a você, ambição é um elogio ou insulto?

Pelo que consegui pesquisar esta palavra ambição tem a raiz da palavra ambiente não por acaso. As duas vem de “ambire”, que significa “mover-se livremente”. Traduzindo literalmente e principalmente, se usada corretamente, a palavra ambição significa criar seu próprio caminho na vida.

Mas cuidado ambição tem seu lado cruel, pode ser uma neurose obsessiva, ganância exagerada ou também o desejo de subir na vida pisando no outro. Imagine uma pessoa em alto grau de ambição, se torna até arrogante.

A ambição em suaves moderações é tolerante, por que uma pessoa ambiciosa assume riscos, preferem a tristeza da derrota do que a vergonha de não ter lutado. Embora todos não consigam o que querem muitos deles (delas) conseguem bem mais do que conseguiriam se ficassem acomodados.

Irmão e irmã de fé valorizem acima de tudo o que tens de mais valioso em sua vida, e herdamos de Deus: “ O amor e a valorização da vida que em abundância nos foi dada”. O resto é lucro!

Vejam este texto, retrata um pouco de ambição e principalmente a ganância:

“Havia um homem rico, cuja terra produzira muito. E ele se perguntava: ‘Que vou eu fazer? Pois não tenho onde ajuntar minha colheita? ’ Depois opinou: ‘Eis o que farei: vou demolir os meus celeiros, o meu trigo e meus bens’. E direi a mim mesmo: ‘Eis que possuis quantidade de bens em reserva para longos anos; descansa, come, bebe e te banqueteia´. Mas Deus disse: ‘Insensato, esta noite mesmo a tua vida será reclamada e o que tu preparaste, que é o que o terá?’ Eis o que acontece a quem reúne um tesouro para si mesmo, em vez de se enriquecer junto a Deus”. Lucas 12, 16-21

E lhes disse: “Cuidado! Guardai-vos de toda ganância. Não é pelo fato de um homem ser rico que ele tem a vida garantida pelos seus bens”. Lucas 12, 15

“Acredito que somente uma pessoa que nada aprendeu não modifica suas opiniões”. Emil Zatopek


Por: Claudio Silva Borges


fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/claudio/78.htm

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A HISTÓRIA DO PATO


Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.

Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.


Certa tarde viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!
Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira!

Beatriz, a sua irmã viu tudo, mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Beatriz, vamos lavar a louça"

Mas ela disse: " Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha".

E olhando para ele sussurrou: "Lembra do pato?" Então o Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: "Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar."

Beatriz apenas sorriu e disse, "Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje", e sussurrou novamente para ele, "Lembra do pato?"
Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.

Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!"
Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito... (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu.

Ele conhece toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.

Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos. Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.

Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!

"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."

J E S U S  T E  A B E N Ç O E!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O reino dos céus é como o fermento



O reino dos céus é como o fermento utilizado por uma mulher para fermentar três partes de trigo. Disso se pode dizer que nós somos este fermento que devemos ajudar as outras pessoas a fermentar o reino de Deus em suas vidas com ações simples, com vivencia do que se defende e acima de tudo estando disponível ao auxílio ao próximo quando este precisar. Esta parte é mais difícil, não para ajudar um amigo e sim para ajudar um inimigo, uma pessoa que te quer mal, ou um desconhecido, mas com oração e muita fé tudo alcançaremos.

Devemos ser pessoas que querem ajudar na construção do reino, muitas dificuldades aparecem nesta construção, muitas pessoas que querem que você desista, porém se tens um chamado não deixe que nada o que os outros digam te influencie a desistir, pense sobre o que lhe foi dito se tem algum fundamento, se tiver procure melhorar onde precisa, mas se não siga em frente ajudando quem precisa.

Todos nós somos chamados a ser fermento deste reino do Senhor, só resta a nós aceitar ou cruzar os braços e ficar parados sem fazer nada para melhorar o mundo em que vivemos, espero que não fique de braços cruzados. Sê o fermento e sal do mundo neste ano que se inicia!!!!